segunda-feira, 28 de abril de 2008

Amor e Paixão II

J. para L.: "sei que não te devia perguntar isto, mas tens pensado em mim?".
Ela faz perguntas, acerca de porquês que nem o próprio J. compreende.
J.:"Acredita que não me importava de arriscar uma relação contigo" "Gostava que fosse todos os dias" "Adorei todos os momentos ctg" "Vemo-nos outra vez?" "Quero... beijar-te... teu corpo... as minhas mãos... sentir-te outra vez..."
"Não posso, a R. está comigo nesse dia... Combinámos... Passar noite na Pousada de... Não se passa nada físico... Já lhe disse.. Só se eu fosse namorado dela... Ela perguntou como eras... Não lhe contei tudo o que aconteceu..."
"Mas eu gosto tanto dela..."

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Amor e Paixão I

Por partes:

a) Dado que o meu penúltimo post suscitou tanto troca de ideias e no fundo fica tanto por dizer, sugiro aqui ao meu caríssimo CatDog e a quem quiser que "siga a marinha" e 'bora lá falar do amor e da paixão. Aguardo ideias, sugestões, quem sabe posts e debates, que o blog, sim, é meu, mas serve pra todos, senão não autorizava visitas. Cá aguardo!
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b) (leiam-se todos os tempos verbais de amor entre aspas, pela dúvida, sff)
J. ama R.
R. diz amar J. R. tem um relacionamento de 10 anos, em que ama D.
D. ama R.
R., ainda que com uma relação, mantém uma otra com J. há coisa de ano e meio. Não opta, ama os dois.
J. sofre, espera, aguenta. Não sabe o que é viver sem R, todos os momentos da sua vida são vividos com R.
R. passa as semanas com J.: vive, come, dorme e acorda ao lado de J. Mas, ao fim de semana, R. está com D. e J. está proibido de a contactar seja de que maneira for. Quando a semana começa R. cai nos braços de J.
Uma manhã, R. decide contar a D. tudo acerca de J.
D. luta, J. espera, R. "afasta-se", mas só carnalmente, pois a sua presença continua a existir nos dias e nas noites de J. Só "não se passa nada físico".
J. encontra L., provavelmente a chave de todas as respostas, o mais perto do que se poderia construir a felicidade.
Na manhã seguinte, J. regressa a casa, onde tem R. à sua espera.
Pensa todo o caminho, diz a L. que foi bom, que poderia fazê-lo todos os dias, que gostaria que fosse pra sempre. Mas tem R... ou não tem, mas é como se estivesse.
L. decide-se pela amizade, afasta-se, sabendo que ficarem juntos seria o correcto.
Mas, se assim não o fizesse: L. estaria à espera de J., que está à espera de R., que é esperada por D.
A pergunta é: Quem ama quem???

quarta-feira, 23 de abril de 2008

São quase 3a.m.

e eu não consigo dormir...
Será crise?
Alguém tem um sofá freudiano que me empreste?

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Gostava mesmo de saber

se é verdade que é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo.
Juro que me faz uma confusão....

quinta-feira, 17 de abril de 2008

As mulheres e o aviário*

(breve descrição)
Hoje, eu, sono, muito sono, uma hora de atraso.
Subo as escadas, pensei que estava na savana. Porquê, perguntam vocês (coro: porquê?????). Porque havia elefantes. Elefantes de trombas. Elefantes do sexo feminino de trombas. Na savana.
Eu, sem puder escapar ao calor mortífero que se fazia sentir, provindo dos corações de tais criaturas, adoptei a camuflagem do leão. Na savana.
Passo despercebida e meto-me noutra sala, assim não vá tropeçar no beiço de alguém e provocar uma situação para os bombeiros (já não digo INEM porque... são meus amigos, believe it or not) que têm mais que fazer.
De repente, o calor esvai-se. Alucino. Estou numa quinta. Cheira-me a milho e a m... não interessa.
Oiço cacarejar.
Oh, meu deus... Outra vez, nãoooooooooooo....
Fora delírios: apesar de me encontrar barricada a duas portas de distância, oiço o rastilho e os gritos. É que nós, mulheres, temos tendência a querer competir com as galinhas. Sei lá...
a) queremos ter penas (olha o estilo), mas sem ser preciso voar
b) queremos um andar estiloso
c) somos desconfiadas e nervosas por natureza (regra geral, há excepções), por isso a cabeça tem de fazer rotações de 360º
d) gostaríamos de pôr ovos... de ouro
e) andamos sempre aos cereais, como tentativas de dieta
f) gostamos de exercer as cordas vocais
Argumentação válida:
1 - tu disseste que eu ouvi (não há gravação)
2 - tu fizeste que eu vi (mas não há filme)
3 - feriste os meus sentimentos (mega-profissional)
4 - NÃO É PRECISO TANTO STREEEEEESSSS (cordas vocais em fricção máxima)
5 - no final, com tudo (quase, ficticiamente) resolvido: Tu é que começaste!
6 - nervos, choros, lágrimas, gritos, depressões e Xanax XR
É a Síndrome Aviárica (nome giro, não? Ou Aviírica? A que vos agradar mais).
Não há nada a fazer.
Há dias que penso que deveria verificar se tenho uma pila algures.

*perdão mãe, avó, tia, Med, Leila* e outras bloggers, R., Virgem Maria e as Santas todas e ainda aos homens cuja faceta galinácea da mulher os deixa assim a modos que desvaídos de bom (ai tão bom) que é.

Constatação #13

A minha distância em relação às pessoas é directamente proporcional à quantidade de proporcionalidade inversa entre a dualidade discurso-atitudes.
Bem verdade.

Estupidez pura ou fé inabalável?

Quando toda a gente diz que não e nós continuamos a fazer que sim?

terça-feira, 15 de abril de 2008

"A" Frase...

Um dia, não muito distante, um dos meus grandes amigos disse-me uma grande verdade. Foi a minha lição de vida. Jamais terei uma igual. Assim:

"A cama é pra comer, a mesa é para o resto".

Obrigada, J.

Sabedoria é uma virtude que se devia partilhar sempre...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

"Quero começar um blog!! Ai que vai ser tão bom, falar com estranhos"

dizia ela.
"Como se põe aquilo pra ver quem está online?"
"Tens de ir a um site, ver o link...."
"Prontooo, eu já sabia que dava trabalho, esquece."

domingo, 13 de abril de 2008

Tentem...

.. comer mousse de chocolate preto líquido às 4 da manhã, following da festa e depois digam-me o resultado, faxavôr.
Banho?
.
Mas o momento alto mesmo mesmo, foi quando dei por mim a pensar que a festa tinha muitos momentos altos. E quando tocaram 2 músicas que eu conhecia. E quando dei por mim no meio da rave.
Pronto, é isso.

sábado, 12 de abril de 2008

Love is a Losing Game

[Só pra um último exorcismo]

Amy Winehouse

Ora já está!

(Re)fresh

Há alturas em que é preciso carregar na tecla F5 da nossa vida.
As rupturas nunca são fáceis. São as pessoas que se "perdem", as rotinas que são quebradas e, apesar do que é novo, é voltar ao que deixámos como que pendente.
É voltar ao (novo) ponto inicial.
Não se chora se é pelo melhor. Não se dramatiza se foi o que escolhemos. Mas é sempre preciso tirar um tempo. Fazer tempo. E fazer esse tempo fluir.
Deixar entrar de novo nas nossas vidas aquilo que éramos antes, as pessoas que sempre estiveram lá, os lugares, os acontecimentos, as memórias conjuntas.
Rir com quem já não ríamos há muito.
Respirar fundo de novo. Deixar ir.
E a vontade regressa. A vontade de abraçar o mundo e de projectar noutro caminho, que vemos que agora será melhor. A vontade de pegar no carro e ir. A vontade de sentir música. De viver de dia e de noite. De escrever..
Aqui estou, eu, pra ficar. E é tão bom...

quarta-feira, 2 de abril de 2008